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Copie o Look: Atitude Pitty

Olá menines, tudo bem? Hoje é dia de copiar looks por aqui, e hoje é dia da nossa rainha feminista, milituda, gatíssima e diva rock and roll, nossa musa Pitty ! Imagens: Reprodução Instagram @looksdapitty Eu particularmente gosto do estilo da Pitty porque ela se veste de uma forma ousada, sempre procurando sair do óbvio, investe nas cores, estampas e modelagens diferentes, e a personalidade dela sempre está muito explícita na forma de se vestir. Além disso, ela veste marcas e lojas populares também, se você passar pelo Instagram @looksdapitty vai ver que tem Renner, Vizzano, Beira Rio, ou seja, amores, gente como a gente, né! O primeiro look tem uma pegada bem casual e ao mesmo tempo bem rocker, e super fácil de compor: shorts jeans básico, t-shirt estampada e sandália rasteira. Esse look é muito a minha cara: une conforto, atitude e praticidade e tem duas peças que eu nunca paro de usar, que são shorts jeans e camiseta, e pra mim, camiseta quanto maior, melhor, tant

Feel Good: Dica de Série Para o Final de Semana

 Olá menines, tudo bem? Final de semana chegou, e claro, nada melhor do que aproveitar para descansar e curtir a sessão pipoca (já que, como vocês sabem, o melhor é #ficaremcasa). Então hoje tem dica de série por aqui, e vou falar um pouco sobre Feel Good, minissérie com duas temporadas na Netflix, que fala sobre alguns assuntos polêmicos mas de uma forma bem leve.

Mae e George em cena de Feel Good. Foto: Reprodução Netflix.

Sobre Feel Good

Mae (Mae Martin) é uma jovem canadense que mora em Londres, apresentadora de stand up e dependente química. Após uma de suas apresentações, ela conhece George (Charlotte Ritchie), com quem imediatamente tem uma atração muito forte, e as duas em pouco tempo começam a namorar e morar juntas. Tudo parece ir muito bem, as duas se dão super bem e estão super apaixonadas, mas isso somente enquanto isoladas do "resto do mundo". Mae não conhece a família e nem os amigos de George, o que a partir de um certo ponto do relacionamento, passa a ser um problema: George não consegue assumir sua sexualidade. Ao mesmo tempo, Mae se vê novamente sobre pressão, quando vê colegas de trabalho usando drogas, colocando em risco sua reabilitação. 


Resenha

Não é só sobre dependência química e sair do armário que a série fala: é preciso se atentar às relações, principalmente familiares, para que somente assim, o roteiro faça perfeito sentido. A família de Mae mora no Canadá, e seu relacionamento com sua mãe (Lisa Kudrow) não é nada saudável: um afastamento afetivo entre as duas e diálogos nada amistosos que levam a questionar, se a raiz de tudo não está lá: seria a mãe de Mae dura demais com a filha por causa do uso de drogas, ou seria a filha dependente química por causa do tratamento duro demais por parte da mãe?

Além disso, ao decorrer dos episódios, percebemos uma dependência emocional muito grande de Mae por George: tudo gira em torno do relacionamento estar perfeito, como se George fosse o centro de sua vida, o que leva Mae a se sacrificar e ceder em todas as situações para manter George satisfeita. Novamente: seria essa dependência um claro sinal de abandono parental?


Malcom (Adrian Lukis) e Linda (Lisa Kudrow). Foto: Reprodução Netflix.

Longe de mim fazer aqui algum tipo de psicanálise dos personagens, primeiramente porque não tenho sequer conhecimento para isso, mas é importante criar esse debate acerca desses aspectos da série, que podem passar despercebidos em meio ao turbilhão de acontecimentos que nos chamam mais atenção, e talvez a origem de tudo esteja nesta relação familiar.

Outro fator que pode contribuir para que Mae se sinta muito dependente de seu relacionamento, é o fato de estar longe da família e amigos, em um país distante, onde ela sequer sabe onde estaria morando se não estivesse na casa de George. Além disso, o fato de não ter amigos verdadeiros em Londres a coloca em uma situação de solidão nos momentos em que não tem George por perto. É muito interessante que a série traga esse debate acerca da dependência emocional, nos dias atuais, quando estamos falando tanto em quebrar padrões e não aceitarmos relacionamentos que não sejam saudáveis unicamente para termos um relacionamento. E no atual momento de pandemia, quando estamos isolados e com a vida social em stand by, a carência afetiva pode se instalar em um piscar de olhos, pois é normal que tenhamos a sensação de estarmos sozinhos. 

A série é cativante e muito leve de assistir, mesmo abordando assuntos mais "densos", e com poucos episódios, é possível assistir tudo num dia só. Vale a pena para quem está procurando algo gostoso de assistir para se distrair e relaxar, e ainda traz reflexões interessantes.

Informações:

Temporadas: 2 temporadas
Episódios: 12 episódios de cerca de 28 minutos
Classificação Etária: 16 anos
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