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Setembro Amarelo é mais do que uma campanha

 Oi oi pessoas, como vocês estão? Essa semana é a minha estreia aqui no blog e vou conversar com vocês sobre saúde mental, bem-estar e autoconhecimento. E já que estamos no mês de Setembro acredito que é importante falarmos do Setembro Amarelo. Você já ouviu algo sobre isso?  Como começou a campanha Setembro Amarelo? Em 1994, um jovem americano de 17 anos, chamado Mike Emme, tirou a própria vida dirigindo seu carro amarelo. Comovidos com a situação, seus amigos e familiares distribuíram no seu funeral cartões com fitas amarelas e mensagens de apoio para pessoas que estivessem passando o mesmo desespero de Mike, e a mensagem foi espalhada mundo afora e chegou no Brasil.  Aqui no Brasil a campanha Setembro Amarelo foi criada a fim de informar a população e prevenir o suicídio. Afinal de contas, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a cada 40 segundos uma pessoa tira a própria vida em algum lugar do planeta, e o suicídio é a segunda principal causa de morte em jovens com idades en

Eli - Um Filme de Terror e Surpresas

Olá menines, tudo bem? Domingo é dia de colocar as séries - e filmes - em dia, e hoje tem resenha e dica pra você assistir, com novidade da Netflix, e pra combinar com o mês de Halloween, só pode ser um filme de terror. Hoje vou falar sobre o filme Eli, lançado agorinha no dia 18 de outubro.

Eli Netflix
Imagem: Reprodução Netflix.

Sinopse de "Eli"

Eli sofre com uma rara doença autoimune, e por causa disso, ele literalmente vive dentro de uma bolha. Não pode ter contato com o mundo externo, só pode sair de casa com uma roupa especial que o impede de ter contato com qualquer tipo de microorganismo, não pode ter contato físico com nada e nem ninguém, exceto que esteja totalmente esterilizado, sequer pode respirar o ar fora da bolha. Até que seus pais decidem levá-lo a uma casa, onde uma médica faz um tipo de tratamento experimental com crianças na mesma condição, o que para eles, é uma esperança de cura. Porém, ao chegar na casa, Eli é o único a perceber que o imóvel é mal assombrado.

Resenha de "Eli": fazia tempo que eu não curtia um filme de terror

Com relação à produção, não fica nada a desejar, tanto com relação a cenários, figurino e fotografia, apela para o clássico estilo dos filmes de terror, ainda mais nas cenas em que estão sendo feitos os procedimentos "médicos", com toda a parafernália medonha. 

O filme tem uma atmosfera de terror e suspense, mas as cenas em que o "sobrenatural" aparece não são tão assustadoras, eu diria até que são surpreendentes, mas nós já vimos tantas produções parecidas que é o mínimo a se esperar. Pode-se dizer até que o filme tem um enredo bem clichê: uma família dentro de uma mansão antiga, mal assombrada, uma médica assustadora, espíritos que só aparecem para uma pessoa e experimentos médicos com resultados desconhecidos e aparência sombria.

Eli Netflix
Imagem: Reprodução Netflix.


Apesar do clichê, com o desenrolar do final vão surgindo algumas surpresas, e não se engane, você só vai compreender mesmo no último momento. Em alguns momentos vai parecer que deixa algumas "pontas soltas", dá a sensação de que o roteiro se perdeu um pouco nos acontecimentos, e que durante a produção, já quase ao término das gravações, os roteiristas decidiram mudar o final. Se alguns detalhes estivessem coerentes com relação ao final, talvez o filme seria ainda melhor, mas acredito que apesar da "desordem", os roteiristas preferiram manter dessa forma, afim de garantir a surpresa.

Eu particularmente gostei bastante, Eli é um filme de terror que cumpre a sua missão de entreter e prender o espectador na ansiedade de chegar ao fim e saber o que realmente está acontecendo. Porém não chega a ser um filme assustador, é surpreendente, misterioso, mas fica mais entre um suspense do que um filme de terror, com um final um tanto perturbador.

Classificação Etária: 16 anos
Duração: 1 hora e 38 min.
Direção: Clarán Foy
Elenco: Kelly Reilly, Sadie Sink, Lili Taylor, Max Martini e Charlie Shotwell
Roteiro: David Chirchirillo, Ian Goldberg, Richard Naing
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  Quem sou eu?

Oi! Eu sou Kátia Malagodi, criadora do DMF, publicitária, modelo, vegetariana, apaixonada por moda sem regras, beleza sem crueldade, livros e música. Criei o blog DMF em 2016 pra compartilhar algumas ideias, e de lá pra cá aprendi muito e me apaixono cada vez mais pelo que faço! Me siga no Instagram @katiamalagodi pra acompanhar mais dicas e conhecer um pouco da minha rotina sem rotina, e siga o @docemaldadefeminina também pra acompanhar dicas exclusivas do Insta! Te encontro por lá!

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