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Setembro Amarelo é mais do que uma campanha

 Oi oi pessoas, como vocês estão? Essa semana é a minha estreia aqui no blog e vou conversar com vocês sobre saúde mental, bem-estar e autoconhecimento. E já que estamos no mês de Setembro acredito que é importante falarmos do Setembro Amarelo. Você já ouviu algo sobre isso?  Como começou a campanha Setembro Amarelo? Em 1994, um jovem americano de 17 anos, chamado Mike Emme, tirou a própria vida dirigindo seu carro amarelo. Comovidos com a situação, seus amigos e familiares distribuíram no seu funeral cartões com fitas amarelas e mensagens de apoio para pessoas que estivessem passando o mesmo desespero de Mike, e a mensagem foi espalhada mundo afora e chegou no Brasil.  Aqui no Brasil a campanha Setembro Amarelo foi criada a fim de informar a população e prevenir o suicídio. Afinal de contas, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a cada 40 segundos uma pessoa tira a própria vida em algum lugar do planeta, e o suicídio é a segunda principal causa de morte em jovens com idades en

Resenha: Coisa Mais Linda

Fala menines, tudo bem? Hoje tem resenha e dica pra você curtir o domingo, e se você é daquelas pessoas que fica minutos procurando o que assistir no Netflix (como eu) vai adorar a dica. Aliás, bora navegar por aqui no blog que tem muitas dicas de séries e filmes pra você! E hoje estou falando de uma produção nacional da Netflix que eu aposto que você já ouviu falar: Coisa Mais Linda.

Coisa Mais Linda
Elenco principal da série "Coisa Mais Linda". Wallpaper Reprodução Netflix.

Sinopse "Coisa Mais Linda"

Em Coisa Mais Linda, tudo começa quando Maria Luiza, paulistana, mãe, e filha de família rica, é abandonada pelo marido, que desaparece sob a suspeita de estar com outra mulher. Maria Luiza se sente perdida e sem saber o que fazer da própria vida, quando viaja ao Rio de Janeiro, onde se encontra com algumas amigas. Maria Luiza reencontra Lígia, uma amiga de escola e conhece Thereza, escritora e amiga de Lígia. Em sua viagem ao Rio de Janeiro, Malu tem contato com um estilo de vida diferente ao que está acostumada, e conhece a bossa nova, estilo musical pelo qual ela se apaixona, e a faz querer ficar por lá. Então, Malu tem a ideia de abrir um clube de música e assim recomeçar sua vida no Rio. Porém, vai enfrentar muita resistência da sociedade e principalmente da própria família.

No elenco central, Coisa Mais Linda conta com Maria Casadevall no papel de Maria Luiza, Fernanda Vasconcelos como Lígia, Mel Lisboa como Thereza, Pathy Dejesus como Adélia, Ícaro Silva como Capitão e Leandro Lima como Chico Carvalho. Criada por Heather Roth e Giuliano Cedroni, a série tem uma temporada disponível na Netflix, que estreou no último dia 22 de março, com sete episódios de cerca de 40 minutos. Indicada para maiores de 16 anos.

Resenha de "Coisa Mais Linda": Irresistível e cativante

A série começa no ano de 1959, e é muito interessante, desde o início, ter esse contato com um Rio de Janeiro totalmente diferente da ideia que temos hoje em dia. É muito bem produzida, com um trabalho de fotografia, figurino e decoração espetaculares!



O enredo trata de temas polêmicos que hoje em dia são tratados com mais naturalidade, mas naquela época eram grandes tabus. O tema central da série é o feminismo, e em torno disso trata de assuntos como machismo, violência doméstica, abandono parental, opressão no ambiente de trabalho, desigualdade racial e social e bissexualidade. São assuntos pesados, que são tratados, de acordo com a história de cada personagem mulher: além de Maria Luiza que foi abandonada pelo marido e sofre com o julgamento machista da família e conhecidos, Lígia é casada com um homem agressor e manipulador, Adélia, uma mulher negra e pobre do morro, que teve um romance com um homem branco de família rica, Thereza, a escritora que diariamente vivencia o machismo e opressão no ambiente de trabalho. O enredo de Coisa Mais Linda consegue prender com sucesso o espectador, e eu diria até que esse é o ponto forte da série. 

Com relação ao "ponto fraco": atuações que não convencem! Maria Casadevall como protagonista, nos primeiros momentos, é difícil de engolir, fraca de expressões, tom de voz, muitas vezes parece que ela apenas decorou o texto, e não é a única. Quem trabalha melhor na série é com certeza a Mel Lisboa, mas ainda assim, não parece que a atriz está na sua melhor atuação. Em contrapartida, os atores Leandro Lima e Ícaro Silva estão melhores que as personagens principais, e o Leandro consegue ser, pelo menos ao meu ponto de vista, o mais expressivo de todo o elenco.

Mesmo assim, vale super assistir, principalmente por todas as denúncias que faz com relação a como o machismo era aceito pela sociedade como algo normal, e por todas as reflexões que as situações mais absurdas trazem à tona.
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  Quem sou eu?

Oi! Eu sou Kátia Malagodi, criadora do DMF, publicitária, modelo, vegetariana, apaixonada por moda sem regras, beleza sem crueldade, livros e música. Criei o blog DMF em 2016 pra compartilhar algumas ideias, e de lá pra cá aprendi muito e me apaixono cada vez mais pelo que faço! Me siga no Instagram @katiamalagodi pra acompanhar mais dicas e conhecer um pouco da minha rotina sem rotina, e siga o @docemaldadefeminina também pra acompanhar dicas exclusivas do Insta! Te encontro por lá!

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