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DESTAQUE:

Setembro Amarelo é mais do que uma campanha

 Oi oi pessoas, como vocês estão? Essa semana é a minha estreia aqui no blog e vou conversar com vocês sobre saúde mental, bem-estar e autoconhecimento. E já que estamos no mês de Setembro acredito que é importante falarmos do Setembro Amarelo. Você já ouviu algo sobre isso?  Como começou a campanha Setembro Amarelo? Em 1994, um jovem americano de 17 anos, chamado Mike Emme, tirou a própria vida dirigindo seu carro amarelo. Comovidos com a situação, seus amigos e familiares distribuíram no seu funeral cartões com fitas amarelas e mensagens de apoio para pessoas que estivessem passando o mesmo desespero de Mike, e a mensagem foi espalhada mundo afora e chegou no Brasil.  Aqui no Brasil a campanha Setembro Amarelo foi criada a fim de informar a população e prevenir o suicídio. Afinal de contas, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a cada 40 segundos uma pessoa tira a própria vida em algum lugar do planeta, e o suicídio é a segunda principal causa de morte em jovens com idades en

Nothing But Thieves

Você quer playlist nova, @? Então se prepara, que hoje tem banda nova por aqui, indicação do meu amigo Guilherme Matavelli (valeu, Gui! 😘) daquelas que você escuta pela primeira vez e já se apaixona: Nothing But Thieves

Nothing But Thieves
Imagem: Reprodução.


O Nothing But Thieves é uma banda de alternative rock/indie rock de Southend-on-Sea, cidade de  Essex, na Inglaterra, formada em 2012 por Conor Mason (vocalista), Joe Langridge-Brown (guitarrista), Dominic Craik (guitarrista), Philip Blake (baixista) e James Price (baterista). Em 2014 o Nothing But Thieves assinou contrato com a gravadora RCA Records e os caras já tem dois álbuns de estúdio, o Nothing But Thieves, de 2015 e Broken Machine, de 2017.


Nothing But Thieves por Kátia


Os dois álbuns do Nothing But Thieves são muito bons, têm o mesmo peso e sonoridade e as músicas deles são muito envolventes e algumas bem "chiclete". Tenho que dizer que Conor é um baita vocalista, com uma voz que apesar de ser suave é super marcante. Guitarras marcantes e intensas também são o ponto forte do estilo envolvente dos caras, mas apesar da intensidade, eu não diria que suas músicas são muito pesadas, inclusive algumas tem uma pegada mais dançante.


Eu AMEI todas as faixas, mas como sempre, vou dar destaque para as que mais tenho escutado, (aquelas que a gente fica repetindo sem parar, sabe?...) que são a intensa I'm Not Made By Design, uma das músicas que dá mais destaque ao vocal de Conor, é mais pesada e com uma melodia super intensa e impossível de não amar, Particles, quase uma baladinha mas sem perder o peso, também é super intensa, Sorry, que é um deleite pela intensidade vocal, I Was Just A Kid, mais "barulhenta" e super contagiante, Amsterdan, que é muito a cara do "clássico" indie rock e Trip Switch que é bem delícia pra tocar nas festinhas indie, porque se tem uma coisa que a gente gosta é de dar festinha indie com os amigos indie. Agora chega de falação, rola a página e já clica no PLAY aqui ao lado <<< pra se apaixonar pelos caras você também!




Espero que tenha gostado da dica de hoje, e acompanhe o blog Doce Maldade Feminina também no Facebook para ficar por dentro de todas as playlists de rock, filmes e séries e muito mais! Me siga também no Instagram, sempre dou dicas de música por lá, e acompanhe meu canal no YouTube para me conhecer melhor! 😉 Agora TOCA ROCK! Um beijão e até a próxima 😘

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