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Lançamento Dailus - Xô Carentena Linha Especial Dia dos Namorados

 Olá menines, tudo bem? Hoje vamos falar de lançamento por aqui! A Dailus lançou mais uma linha de esmaltes que está incrpivel! A Xô Carentena , lançada agora neste 1º de junho em comemoração ao dia dos namorados - das solteiras! Kit de esmaltes Dailus Xô Carentena O kit Xô Carentena foi feito para você, que assim como eu, é o amor da sua vida e sabe que seu melhor relacionamento pode - e deve - ser com você mesma! Então sem carência nesse dia dos namorados, faça e fique linda pra você, hein!... As cores do kit Xô Carentena são variações de vinho e vermelho, com cinco esmaltes cremosos (que eu amo!) e um esmalte com um acabamento babado em glitter. Agora vamos conferir a coleção: MEU ESQUEMA PREFERIDO – R$10,90 (Vermelho Sangue com acabamento Glitter) Nem precisa rodar a cidade inteira para ficar com alguém, canta bem alto: "eu sou MEU ESQUEMA PREFERIDO". Um tom de vermelho sangue com acabamento glitter? Temos! Com pequenas partículas de brilho holográfico, este vidrinho tem

Vamos Falar Sobre Aborto?

Eu me lembro de em algum momento da minha vida ter sido contra o aborto. Felizmente, eu sou como diria Raul, uma "metamorfose ambulante" e aprendi a ver os fatos de forma lógica e prática. Eu não quero ter filhos, e tomo os devidos cuidados para isso. Eu conheço mulheres que engravidaram tomando as devidas precauções. Eu tenho amigos que foram criados somente pelas suas mães e não conheceram os seus pais. Eu tenho amigos que foram adotados por outras famílias. E olha só, a realidade desses meus amigos é linda, porque se tornaram pessoas de bem e que eu admiro muito, mas longe do nosso convívio, existem milhares de crianças sem lar, sem conhecer pai e mãe, crianças que se tornam adultos sem ter a chance de serem adotados para saber como é almoçar aos domingos com a família reunida em volta da mesa contando as mesmas velhas histórias de sempre que fazem todos rirem. Felizmente eu já entrei em favelas, eu já vi mães de 5, 6 crianças que obviamente não tem o mínimo de condições para criar um filho, financeiramente e estruturalmente. A culpa é de quem? Fácil colocar a culpa na mãe, porque afinal de contas foi ela quem "abriu as pernas", não é mesmo? Mas olha só, pessoas erram e acima de tudo, nenhum método contraceptivo é 100% eficaz. 

 Sobre Aborto


A descriminalização do aborto


A descriminalização do aborto é questão de saúde pública? Com certeza, de acordo com a Organização Mundial da Saúde cerca de 20 milhões de abortos são feitos anualmente de forma clandestina, resultando na morte de 70 mil mulheres. Sim, mas vai além disso, e falando em saúde pública, sabemos também que a nossa saúde pública é falida, e sabe-se lá o que esperar de um aborto em um hospital público. Quem tem um plano de saúde ou poderá pagar por um aborto em clínica particular legalizada está de bem com a vida, para quem não pode o buraco é beeeem mais embaixo. Primeiramente, o aborto tem que ser uma questão de educação e conscientização.

As mulheres, e inclusive aquelas que tem 5 ou 6 filhos precisam ter consciência dos riscos e consequências e acesso à informação, para evitarem a necessidade de tomar uma decisão drástica. Prevenir sempre é melhor do que remediar. Nenhuma mulher que já fez um aborto desejou fazê-lo. Ninguém fica feliz com isso, principalmente sabendo dos risco à saúde e à vida. Então para que as mulheres tenham o direito de decidirem o que fazer com seus corpos, é preciso estarem conscientes das consequências.

O aborto é sim uma questão de direito. Direito de não trazer ao mundo uma criança para sofrer as consequências dos erros de outras pessoas. Direito de a mulher escolher o que fazer com o seu próprio corpo e com a própria vida. Se ela vai abortar uma ou dez vezes, o risco é inteiramente dela, mas antes de colocar a responsabilidade em cima de uma pessoa (porque quando falamos em aborto, somente a mulher é crucificada, como se ela tivesse transado sozinha e ficado grávida dos próprios fluídos corporais. Sociedade, por favor né...) temos que ter estrutura para isso, tem que haver assistência para evitar que um aborto seja necessário. A mulher precisa desse direito, mas precisa também ter a consciência de não precisar usá-lo. Até o terceiro mês de gestação o feto ainda não teve o córtex cerebral formado, que é a parte responsável por desenvolver sentimentos e consciência, portanto, não caracteriza crime contra a vida. E isso não é ser cruel, é ser racional. Enquanto essa forma conservadora de pensar não mudar, as mulheres continuarão morrendo e seus filhos continuarão sendo condenados por erros que não cometeram.

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