sábado, 27 de agosto de 2016

Grandes Filmes Sobre Histórias Reais

Quem não gosta de assistir a um bom filme e se emocionar com a história? E melhor ainda se essa história servir também como aprendizado. Atualmente só temos filmes de super-heróis, ação e animações, que são muito legais, mas, prefiro os clássicos! Esses quatro filmes de que vou falar a seguir são mais do que histórias reais, são histórias sobre grandes homens que nos fazem ter fé na humanidade, e perceber que em meio ao grande caos, uma pessoa bem-intencionada, com força de vontade e fé pode fazer muita diferença na vida de muitas pessoas. São filmes que nos deixam lições de humanidade! Você pode assistir a todos pelo Netflix! Assiste lá, e depois me conta qual você chorou mais. Ops, gostou mais! ;)

Mandela, Luta Pela Liberdade


Este filme fala sobre a luta do líder Nelson Mandela contra o regime do apartheid na África do Sul, e é baseado nas memórias do homem responsável por guardar Mandela durante o período em que esteve preso. Este homem é James Gregory, que no início era encarregado de vigiar Mandela e outros homens no presídio, pois era o único que conhecia o seu dialeto, portanto era o único capaz de vigiar a comunicação entre estes homens e também com seus familiares. Conforme James vai conhecendo Mandela e vendo a luta de seu povo, passa a ter um sentimento de amizade, ajudando-o em pequenos favores, que lhes custam alguns sacrifícios em sua profissão. Mandela esteve preso por 27 anos, ficou 21 anos sem poder sequer ter contato físico com qualquer familiar, passou anos em péssimas condições, sendo tratado como se fosse um terrorista, mas se manteve firme em sua luta pela liberdade de seu povo e de sua família. É uma grande história, muito emocionante e que tem muito a ensinar, um daqueles filmes que ficam na memória! Direção de Billie August, conta com Dennis Haysbert como Nelson Mandela, Joseph Fiennes como James Gregory, Diane Kruger, que interpreta a esposa de James, Gloria Gregory. Não recomendado para menores de 10 anos.

A Lista De Schindler



Este filme conta uma história fantástica! Durante a segunda guerra mundial, Oskar Schindler, empresário alemão, tinha uma fábrica de panelas e outros produtos de metal, produzia utensílios para uso do exército. Era um homem influente, e aproveitou do prestígio que tinha para salvar os judeus a quem poderia da morte. Usou a sua fortuna para subornar os oficiais do exército em troca de libertar homens, mulheres, idosos e até crianças com o pretexto de que iriam trabalhar em sua fábrica, para evitar que fossem executados, e assim, salvou 1.100 judeus da morte. O filme foi gravado em 1993, mas se passa todo em preto e branco, o que nos faz sentir com mais intensidade o universo sombrio do Holocausto. É impossível não se emocionar com este filme que também está entre os meus preferidos. Ganhador de 7 Oscars, foi dirigido por ninguém menos do que Steven Spielberg, conta com o elenco Liam Neeson como Oskar Schindler, Ben Kingsley, o contador pessoal de Schindler, Ralph Fiennes que interpreta o oficial da SS responsável por administrar o campo de concentração de Plaszów chamado Amon Göth. Não recomendado para menores de 14 anos.

Hotel Ruanda - Uma História Real



Em 1994, o mundo conheceu o Genocídio de Ruanda, após o presidente do país morrer em um atentado. A República de Ruanda é um país localizado na África centro-oriental. O país estava em guerra entre as tribos Hutus e Tutsis, e após o presidente ser morto, os hutus dão início à matança dos tutsis, pois acreditam que somente exterminando com a outra tribo viverão em paz, porém a intenção deles não é somente acabarem com os rebeldes, mas também com os civis inocentes. Paul Rusesabagina, que é gerente do Hotel Des Mille Collina, tenta proteger sua família, e alguns vizinhos que pediram sua ajuda. Ele os abriga no hotel, e cada vez mais se sente no dever de ajudar a outros refugiados. Quando Paul se dá conta, já tem mais de mil abrigados. Ele usa todos os recursos possíveis do hotel em trocas de favores de militares das milícias para proteger as vidas de todas aquelas pessoas. Neste filme vemos uma triste realidade, onde nem ao menos as crianças eram poupadas, como se tivessem escolhido aquela condição, mas o esforço de Paul nos dá um sopro de felicidade e comove grandemente, por toda a sua bondade. Dirigido por Terry George, conta com Don Cheadle como o personagem principal, Paul, que recebeu a sua primeira indicação ao Oscar por sua interpretação, Sophie Okonedo como Tatiana Rusesabagina, Nick Nolte como Coronel Oliver, não é recomendado para menores de 14 anos.


Um Ato De Liberdade



Mais um filme sobre a Segunda Guerra Mundial, conta a história de 4 irmãos judeus fugitivos, que se escondem em uma floresta. Os irmãos Tuvia Bielski, Zus Bielski, Azael Bielski e Aron Bielski montam um acampamento e sobrevivem com pouco alimento, e algumas armas. Com o passar do tempo, outros judeus fugitivos os procuram em busca de ajuda, e o irmão mais velho, Tuvia, não nega ajuda a quem o procura. O grupo cresce e chegam inacreditavelmente a mais de mil judeus escondidos no acampamento, onde todos tem uma tarefa a cumprir: alguns caçam e trazem comida, outros protegem o acampamento, outros cozinham, etc. O exército nazista, entretanto, sabendo onde eles estão escondidos planeja um ataque aéreo. Muitos são feridos e mortos neste ataque, porém a luta pela vida continua, e Tuvia que lidera o grupo não os deixa desanimarem. Este filme é espetacular, emocionante do começo ao fim, e quando assisti me perguntei porque demorei tanto tempo pra descobrir esta obra de arte. Dirigido por Edward Zwick, conta com Daniel Craig no papel de Tuvia, Jamie Bell como Asael, Liev Schreiber como Zus e George Mackay como Aron, não é recomendado para menores de 16 anos.

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

O Garoto No Convés

O Garoto No Convés
Todo mundo já leu O Menino Do Pijama Listrado, e/ou já assistiu o filme, ou pelo menos já ouviu falar. Eu li o livro e depois de um bom tempo assisti o filme, e confesso que o filme me comoveu mais. Fiquei curiosa para conhecer outras obras do autor John Boyne, e o segundo livro dele que eu li foi O Garoto No Convés. Amei!
Este livro se trata de uma aventura, e o autor se baseia em fatos históricos para a construção da obra. O garoto é John Jacob Turnstile, pobre e órfão, vive em um orfanato onde é explorado por seu tutor, sendo obrigado a roubar e sofria até abusos sexuais. A sua vida muda quando ele faz o influente capitão Bligh uma de suas vítimas de roubo. O capitão, vendo o garoto na cadeia, sente uma certa comoção, e usa de seu prestígio para tirar John de trás das grades e em troca ele terá de trabalhar em sua missão ao Taiti, no navio HMS Bounty da marinha inglesa em busca de fruta-pão. John é libertado, e na primeira oportunidade tenta fugir, sem sucesso. A bordo do navio ele fica em dúvida se teria sido melhor ficar preso, pois o trabalho é árduo e o tratamento que ele tem por parte dos outros navegantes não é dos melhores. Porém, ele e o capitão desenvolvem uma relação de lealdade e confiança, o que inclusive incomoda a outros homens. Durante a viagem conhece ilhas paradisíacas, onde o alimento é farto, o clima é agradável, e tem seu primeiro contato com uma mulher. Tudo parece bem, até que em abril de 1789 a história se torna cenário para um motim, organizado pelo tenente Christian Fletcher, que expulsa o comandante Bligh do navio e assume o comando, por não querer sair da ilha em que estão em descanso e voltar à dura vida no mar. Os homens fiéis ao capitão, inclusive John embarcam em um bote salva-vidas de volta para a Inglaterra, e nessas condições parece impossível sobreviver.
A leitura é empolgante, sempre fazendo o leitor se perguntar o que virá em seguida, rica de detalhes e faz com que você se sinta visualizando as cenas narradas. É o tipo de livro que você pega e enquanto não acaba, não quer fazer outras coisas. Muito diferente de O Menino Do Pijama Listrado, é como uma montanha russa, a leitura não dá tempo para você se "acalmar" entre uma aventura e outra. Vale a pena conhecer essa e outras obras do autor, que são mais empolgantes e bem estruturadas do que sua obra mais conhecida. Depois que você ler, comente aqui, tenho certeza de que você vai gostar! :)

domingo, 21 de agosto de 2016

A Fantástica Fábrica de Falsidades

A magnífica era da internet, o mundo virtual que quase sempre substitui a vida comum, esconde as tristezas, e basta uma senha para ser o melhor ser humano que já existiu.
Quem sou eu para julgar a todos como hipócritas? De fato não tenho propriedade para isso, não tenho a intenção de condenar o uso que a sociedade faz de redes sociais, e nem de convencer a alguém a deixar de ser usuário. As redes sociais são muito úteis, e a internet é uma dádiva: em questão de segundos finalizamos uma compra, nos localizamos em qualquer lugar, encontramos qualquer tipo de informação, conhecemos pessoas, procuramos emprego, trabalhamos, estudamos, mantemos contato com parentes e amigos distantes, tudo através da internet. Algumas vezes me flagro me perguntando "como deve ter sido ter a minha idade na época em que meus avós eram jovens? Como eles viviam sem tudo isso?". Parece quase impossível por toda a facilidade à qual nos acostumamos. Mas essa facilidade prende as pessoas a um estilo de vida vazio. Estamos presenciando a era dos likes, dos filtros, das hastags, do "manda nudes". Perdeu-se a linha entre o necessário, o útil, o prático e o exagero, o vício, a dependência. 
Quantas curtidas vale uma auto-estima? Quantos comentários dizendo "linda" das amigas puxa-saco? Postar foto é legal, todo mundo gosta de ver que teve curtidas na sua foto, mas é necessário se lembrar que é somente uma foto, e que o caráter das pessoas não se mede por curtidas. Existem pessoas que a cada duas horas postam uma foto fazendo pose, aguardando e verificando ansiosamente por curtidas. É foto de tudo o que faz. Tem pessoas que só faltam apelar para a nudez completa para ganhar curtidas, e há quem já o faça.  Tem foto no hospital para mostrar que está doente, o que é extremamente desnecessário, e eu particularmente acho que quando alguém posta foto doente, moribundo no leito do hospital, em casa e seja lá onde for, é de uma carência extrema e se alguém curtiu, olha lá hein, acho que a pessoa está gostando. Alguém ajuda a um cego a atravessar a rua e posta status falando sobre, esperando ganhar a estrelinha dourada pra colocar na testa. Porque é claro, a sociedade anda tão intolerante, impaciente,  individualista que ajudar a um cego atravessar a rua se torna extraordinário. Uma dica útil, pra toda a vida: Boa ação não se conta, apenas se faz, esse é o espírito, não precisa mostrar para o mundo que hoje você foi gentil. Todo mundo é santo, todo mundo prega a paz e o amor, todo mundo se comove com história triste. O que me pergunto às vezes é se todo mundo que se comove tanto faz algo para ajudar alguém, se já fez alguma vez algum tipo de trabalho voluntário, se alguma vez tirou dinheiro da sua breja pra ajudar a alguma ONG. Quem faz, não fala. 
Tem garota que se faz de santa, tem garota que se faz de "zica" (odeio essa gíria, tenho pavor de escrever isso aqui, mas não pensei em outra que desse o mesmo sentido), tem o homem que se faz de garanhão, tem o que se faz de santo, tem gente que se faz de rico. Sempre tem alguém que se faz, se faz, se faz... Difícil é ver alguém que se faz verdadeiro. Mas porque é tão difícil não se preocupar com a opinião dos outros? Porque é tão importante ter uma imagem forjada? Será que o conteúdo da embalagem não é tão bom? Porque toda essa insegurança? Isso não é liberdade, sinto muito em dizer.
Eu, liberta que sou do pensamento alheio, acredito que quem tiver que gostar de mim que goste, quem não gostar, amém. Simplesmente por ter plena consciência de que só fica na nossa vida quem vale a pena, e portanto, não preciso que todos me achem bonita, não preciso que todos me achem simpática, nem faço questão que todos saibam da minha vida, da minha rotina e muito menos das minhas conquistas. É melhor ser feliz em silêncio.
A essa juventude que cai na dependência das redes sociais, eu desejo que curta o role com os amigos, beije muito o namorado ou namorada, que se olhe no espelho e se sinta bem, sem se preocupar com curtidas. Desejo que sejam livres.

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

A verdade sobre ser universitário

Primeira e segunda semanas de agosto, adivinha o que é que tem? Volta às aulas! Que delícia, amiguinhos! Que satisfação! Que saudade dos coleguinhas! Vamos levar a maçã do professor? (Sem veneno, pessoal!) Só que não! Só que não, não, não, não e não!
Quando vai começar o primeiro semestre sente aquela mesma animação de quando tem 11 anos de idade e vai começar a quinta série do ensino fundamental, vai ter um professor para cada matéria, vai começar a usar caneta, já pensa que é adolescente. Quando vai para a faculdade pensa que vai fazer vários amigos, que vai ser descolado, que todo mundo é descolado, que vai arrumar namorado descolado, pensa que vai ter festa descolada, que vai ser o preferido do professor. Mas, como diria Luis Boça "a vida não é um mar de rosas, muito menos um mar de espinhos"; é verdade, mas a vida acadêmica pode ser um Rio Amazonas de espinhos, e eu só vou falar dos espinhos mesmo porque as rosas todos já imaginam sozinhos.
Primeiro semestre é uma maravilha, todo mundo é legal, os professores, as matérias são as mais legais, você ama o curso, ama falar para todo mundo que ama estudar. Segundo ano de curso, metade do curso, você só pensa no quanto já estudou e no quanto falta para terminar, não é mais amigo de todos porque já conheceu as pessoas e tem alguns que você gostaria que rolassem todos os andares escada abaixo, inclusive alguns professores. A turma já está totalmente dividida em grupos que querem ser o melhor em todos os trabalhos e a sala de aula quase vira cenário para uma terceira guerra mundial. Você sente falta de dormir direito, de comer direito, só vive com fome, fica 18, 19 horas acordado por dia, e o tempo todo com fome, sempre recusa os bons programas com os amigos porque tem trabalhos para fazer aos finais de semana. No terceiro ano de curso, tudo isso se intensifica, você tem cada vez mais trabalhos para fazer, chega um momento em que tem 12 trabalhos para duas semanas, pensa que não vai dar tempo, faz primeiro os que valem mais nota. Tem briga no grupo. Mais trabalho. Procura um cantinho e chora. É o momento das crises existenciais: "O que eu estou fazendo aqui? Porque escolhi esse curso? Quem sou eu? Que dia é hoje?". Chega na aula depois daquele trenzão lotado, ônibus, metrô abafado, uma hora e meia pra chegar na faculdade, não tem chamada. Não tem aula, professor quebrou a perna. Tem professor mas hoje é dia de encher linguiça. Pois é, acontece...
Quando está de saco cheio começa a se questionar porque escolheu um curso tão demorado. Quem nunca pensou em desistir? Quantas vezes já pensou em desistir? Em algum momento todos pensam é por isso que de 70 alunos hoje só tem 30. Mas você está entre os 30 guerreiros. Agora falta pouco.
Último ano de curso, você e seu grupo começam a fazer o tão famoso TCC. Vocês estão estressados, na maior correria, preocupados com prazos, com notas, e esse trabalho não é só mais um que vale nota, é mais do que fazer um trabalho para mostrar o que você aprendeu, é o limite entre se sentir um universitário e se sentir pronto para ser um profissional. Tem que ser perfeito. Se antes você sentia falta da sua vida social, hoje mal se lembra dela. E tem mais brigas no grupo. Tudo numa boa. O estresse é maior do que você poderia imaginar, quando está prestes a explodir, respira fundo e pensa "eu não aguento mais", mas está mentindo para si mesmo, você aguenta sim! Por isso você chegou até onde está, e o que faz você aguentar é pensar no "pós-faculdade". Com a correria de tarefa após tarefa é normal pensar somente no presente, no que tem que fazer hoje, entregar amanhã, no que deixamos de fazer hoje, no que queríamos fazer hoje. Mas no instante em que cai a ficha de que está na reta final, o grande momento, a ansiedade e o firo na barriga são nosso combustível. Você se vê formado, respirando aliviado, e continua. 
A verdade é que a faculdade não é garantia de sucesso, mas é a primeira parte do caminho longo e difícil. Ainda tem a pós, MBA, tem que ter experiência, contatos, portfólio, tem que ser o melhor. Mas se você chegou até o final da primeira etapa continuar não será um problema, porque você já aprendeu a "matar um leão por dia". Minha avó Zoraide, aos seus 90 anos de idade me disse outro dia "a vida a gente ganha com luta". Então vamos lutar, pela satisfação da conquista e pelo sucesso, vamos cair, nos machucar, e nos levantar. Falta pouco.

quinta-feira, 4 de agosto de 2016

O Diário De Anne Frank

O diário de Anne Frank
Em 04 de agosto de 1944 Anne Frank foi capturada pela Gestapo em Amsterdã e separada de sua família. Foi encontrada morta em fevereiro de 1945 no campo de concentração Bergen-Belsen, com 15 anos de idade. Anne e sua família passaram mais de dois anos escondidos, e o diário conta o sofrimento da família a partir de 12 de junho de 1942. O único sobrevivente da família foi Otto Frank, pai de Anne, quem mais tarde encontrou as folhas do diário e o publicou. 
Ao contrário do que costuma-se pensar, O Diário de Anne Frank não é uma sequência de desgraças e sofrimento, e nem conta métodos de tortura nazista, foi escrito durante o período em que a família se manteve escondida. Anne tinha 13 anos de idade quando ganhou o diário de presente de aniversário de seus pais, e escrevia suas confissões à uma amiga imaginária a quem chamava de "Kitty".
Embora seja uma leitura sem muitas aventuras, é uma leitura leve, não é cansativo e chega até a ser envolvente, pois traz os sentimentos íntimos de Anne com relação à sua família, à situação em que estavam, e a ela mesma. Anne entra em uma fase de descobrimento de si própria no período em que tem de se manter escondida. Fala em como a sua vida e de sua família mudou radicalmente, de uma família que tinha conforto, fartura, tranquilidade, ter de se esconder em um imóvel desconfortável, onde não pode fazer barulho, sequer abrir uma cortina para ver a luz do dia, onde a comida que na maioria das vezes é imprópria para o consumo tem de ser fracionada para ser suficiente para todos em todas as refeições.
Em meio a esse cenário de angústia, Anne ainda tinha esperança de saírem todos bem e retomarem suas vidas, e é impressionante ver como tinha uma visão otimista da vida, chega a ser comovente ver que em meio a tanta desgraça Anne ainda acreditava na felicidade, e além disso, é surpreendente a maturidade que tinha uma garota de 13 a 15 anos de idade.
Termino a postagem com as palavras da própria Anne, que certamente me encheram os olhos e me comoveu grandemente durante a leitura:
"Meu conselho é: Saia, vá para o campo, aproveite o sol e tudo que a natureza tem para oferecer. Saia e tente recapturar a felicidade que há dentro de você; pense na beleza que há em você e em tudo ao seu redor, e seja feliz." - Anne Frank em 7 de março de 1944.